PLANO DE ENSINO
Professor@: Gisele Silva Lira de Resende
Módulo1: Repensando o papel do professor a partir da literatura vigente e dos Fundamentos Legais (LDB, PCNs Ensino Fundamental.) Carga-horária: 15 horas
Curso: Formação Continuada para Professores Período: 2010/1
1. MISSÃO DA INSTITUIÇÃO:
“Produzir e disseminar conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, contribuindo mediante a formação de profissionais especializados, para o avanço da cidadania e do desenvolvimento sustentável da Região do Vale do Araguaia.”
2. EMENTA:
Estudo sobre as alterações efetuadas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – nº 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases - LDB atualizações, implicações e contextualização. O Ensino Fundamental de 09 anos.
3. JUSTIFICATIVA DO MÓDULO:
Considerando-se a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – nº 9394/96 instrumento legalmente constituído como norteador máximo das diversas instâncias educacionais, é de fundamental importância que os educadores se apropriem de suas alterações ao longo do tempo, a fim de compreender e contextualizar suas atualizações e implicações práticas.
4. OBJETIVO GERAL:
Compreender as alterações realizadas na Lei de Diretrizes e Bases, bem como contextualizar suas implicações práticas.
5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer as alterações efetuadas na Lei de Diretrizes e Bases, nº 9394/96;
Comparar as alterações realizadas na Lei de Diretrizes e Bases, nº 9394/96 em relação às leis anteriores;
Discutir os aspectos práticos e suas implicações cotidianas.
6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
• Dispositivos legais que alteram a Lei de Diretrizes e Bases, nº 9394/96;
• LDB - implicações, contextualização e inferências cotidianas;
• O currículo do Ensino Fundamental de 09 anos.
7. METODOLOGIA DE ENSINO:
• Aula expositiva dialogada;
• Debates;
• Estudos de textos: individual e em grupo;
• Dinâmicas de grupo;
• Projeção de vídeos curtos
.
8. RECURSOS:
• Quadro branco;
• Textos;
• Data show;
• Micro computador
• DVD
9. AVALIAÇÃO:
Zero a seis (0,0 a 6,0) pontos - A avaliação será desenvolvida durante todo o processo, tendo como elemento norteador o acompanhamento constante do desempenho dos participantes na construção e reconstrução dos conhecimentos, considerando a produção permanente, o interesse e a freqüência.
Zero a quatro (0,0 a 4,0) pontos – Atividade escrita
Critérios de correção para as avaliações bimestrais:
a) Coerência entre o tema proposto e o resultado apresentado;
b) Coesão e articulação de idéias;
c) Correção da linguagem escrita;
d) Posicionamento crítico em relação aos conteúdos desenvolvidos.
10. BIBLIOGRAFIA:
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº. 01/2010. Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. MEC: Brasília, 2010.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino fundamental de nove anos: passo a passo do processo de implantação. Brasília: MEC, 2009. 28 p.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos: orientações para o trabalho com a linguagem escrita em turmas de crianças de seis anos de idade. Francisca Izabel Pereira Maciel, Mônica Correia Baptista e Sara Mourão Monteiro (orgs.). – Belo Horizonte: UFMG/FaE/CEALE, 2009. 122 p.
________. Conselho Nacional de Educação. Parecer nº. 22/09. Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove). MEC: Brasília, 2009.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento (orgs). – Brasília: MEC/SEB, 2007. 135 p.: il.
________. Conselho Nacional de Educação. Parecer nº. 06/05. Orientações para a matrícula das crianças de 6 (seis) anos de idade no Ensino Fundamental obrigatório, em atendimento Lei 11.114, de 16 de maio de 2005, que altera os Artigos. 6º, 32 e 87 da Lei nº. 9.394/1996. MEC: Brasília, 2005.
________. Conselho Nacional de Educação. Parecer nº. 18/05. Orientações para a matrícula das crianças de 6 (seis) anos de idade no Ensino Fundamental obrigatório, em atendimento ________. Lei 11.114, de 16 de maio de 2005, que altera os Artigos. 6º, 32 e 87 da Lei nº. 9.394/1996. MEC: Brasília, 2005.
________. Leis, decretos, etc. Lei nº. 11.274/2006. Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei nº. 9394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade.
________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ampliação do ensino fundamental para nove anos: 3º relatório do programa. Secretaria de Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, 2006.
________. Ministério da Educação. Ensino Fundamental de nove anos: orientações gerais. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, 2004.
________. Leis, decretos, etc. Lei nº. 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 1996.
BRZEZINSKI Iria. LDB – Dez Anos Depois: Reinterpretação sob diversos olhares (Org.). São Paulo: Cortez, 2008.
Barra do Garças - MT, 19 de junho de 2010.
Profª. Drª. Gisele Silva Lira de Resende
Tecnologia e Educação – As mídias na prática docente
Wendel Freire (Org.), Dimmi Amora, Edméia dos Santos, Ligia Silva Leite, Marco Silva e Valter Filé
WAK Editora
Livro organizado por Wendel Freire discute o uso de mídia na prática docente e como as transformações tecnológicas e comunicacionais mudaram as relações entre os indivíduios e afetaram a escola e o modo de ensinar.
“As tecnologias não são boas ou más. Depende do uso que você faz delas.” A frase, na introdução do livro Tecnologia e Educação – As mídias na prática docente, organizado por Wendel Freire, traduz bem com que temas o leitor vai se deparar nas páginas seguintes.
Os autores convidam o leitor a refletir sobre como a escola tem disponibilizado aparelhos e tecnologias a seu público, por exemplo, e se está debatendo e/ou procurando entender como essa evolução tecnológica gera transformações na sociedade.
O artigo de Valter Filé, por exemplo, faz um passeio pela evolução das tecnologias ao longo do tempo, discute as relações entre cultura oral e escrita, a chegada das mídias eletrônicas... sempre na perspectiva de que não adianta colocar em uso todos os meios ou criticá-los, sem conhecer suas nuances e refletir sobre seus usos e a quem se destina. Ou seja, levar em conta o contexto desse uso e o enorme potencial transformador que as tecnologias possuem.
Dimmi Amora, por sua vez, questiona se o professor está preparado para ser dono de um meio de comunicação. Ele lembra que a evolução das comunicações de massa está diretamente ligada à evolução da humanidade e que hoje os meios que surgem, já carregam a possibilidade de interação entre o produtor de conteúdo e o público a quem se destina suas mensagens.
Ou seja, hoje, “a participação de quem recebe a mensagem é elemento constituidor da própria mensagem”. Todos nós somos produtores em potencial de um site, um blog, uma revista, um jornal....Isso aumenta nossa responsabilidade pelo que produzimos, visto que seu alcance é bem maior.
Os professores devem preparar seus alunos, portanto, para enquanto audiência saberem a melhor maneira de criar produtos para os meios de comunicação, serem críticos em relação a eles, mas ao mesmo tempo saberem o que querem e o que fariam com um veículo na mão, aproveitarem as possibilidades que eles oferecem.
A autora afirma que a esperança, talvez única, para uma profunda transformação na produção dos meios de comunicação é a escola. E que aprender televisão, por exemplo, deve ser considerado tão importante quanto aprender literatura. A partir do momento em que estudantes aprendem sobre os meios e a produzir para os meios, tornam-se indivíduos mais responsáveis não só com a escola, como com a sociedade em volta dela.
Na mesma linha, Wendel Freire reflete sobre a presença maciça e veloz das informações na nossa sociedade e como estamos (ou não) processando essas informações e transformando-as (ou não) em conhecimento. Citando Sêneca, Wendel ressalta que “nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir” e que temos que estar preparados para lidar com essa velocidade midiática.
Segundo o autor, uma das maneiras é trabalhar com os meios de comunicação nas escolas. Não apenas como recurso pedagógico, mas como objeto de estudo, “para que os jovens tenham uma compreensão menos superficial de sua época, da influência midiática no jogo democrático, no discurso ideológico e no consumo”. Para Wendel, qualquer projeto de sociedade e de educação deve levar em conta a mídia enquanto espaço público.
O artigo revela ainda uma pesquisa feita pelo autor junto a alunos de 5ª série de uma escola pública do Rio de Janeiro, que tiveram a oportunidade de conhecer o processo de produção de um jornal, debateram sobre mídia e, por fim, fizeram uma aula-passeio em sua comunidade adotando a postura de repórteres, fotografando e registrando tudo. O final da experiência foi a produção de um jornal produzido pelos alunos e que acabou sendo um exercício de reflexão crítica sobre a mídia e a sociedade.
Lígia Silva Leite estimula uma reflexão sobre diferentes momentos da cultura e como eles impactaram a forma de elaborar e representar o conhecimento. Ela defende que os educadores se perguntem de qual maneira querem que a mídia deve ser integrada ao processo pedagógico e, ao mesmo tempo, sugere que não seja de uma forma tecnicista, como mero recurso de apoio.
A autora defende que os educadores devem interagir com a mídia sem cobrança educativa, mas a partir de sua adequação à proposta pedagógica em questão, integrando-a ao processo educativo em consonância com a abordagem da tecnologia educacional. Além disso, ressalta que a escola de hoje deve ser “problematizadora, desafiadora, agregadora de indivíduos pensantes que constroem conhecimento colaborativamente e de maneira crítica. Nessa perspectiva o educador deve ser mais do que nunca um “estimulador, coordenador e parceiro do processo de ensino e aprendizagem e não mais um transmissor de conhecimento fragmentado em disciplinas”.
O livro traz ainda artigos de Marcos Silva analisando o aluno da geração digital, que tem levado a atitude para dentro da escola e exigido uma nova sala de aula e Edméa Oliveira Santos, que fala da aprendizagem em um ambiente interativo e espaço de autoria e co-autoria e da possibilidade de diálogos através de blogs ou outras interfaces digitais. E destaca a WebQuest, “atividade coletiva baseada na pesquisa orientada, em que quase todos os recursos e as fontes utilizadas para o desenvolvimento da atividade são provenientes da web”.
Ela estimula, porém, que os educadores criem projetos pedagógicos utilizando as possibilidades tecnológicas e comunicacionais, mas sempre levando em conta a interatividade.
Formato: 14x21
ISBN: 9788578540296
Edição: 1 Ano: 2009
N. Pag.: 158
Capa: BROCHURA
Neste livro, você encontrará abordagem tanto nos aspectos científicos da aprendizagem, da inteligência, do comportamento e dos gêneros quanto na interface escolar das dimensões biológica, psicológica, afetiva, emocional e social do estudante na sala de aula.
Entenderá que ensinar a uma pessoa uma habilidade nova implica maximizar potencial de funcionamento de seu cérebro. Isso porque aprender exige necessariamente planejar novas maneiras de solucionar desafios, necessita de atividades que estimule diferentes áreas cerebrais para trabalhar com a máxima capacidade de eficiência, desenvolvendo potencialidades e melhorias na capacidade de pensar.
Um livro ideal para especialistas, pela sua profundidade, e para leigos, pela forma clara e objetiva que é escrito.
“Este livro, com rica fundamentação teórica, aborda os mecanismos cerebrais e as diferenças de gênero nos diversos aspectos vivenciados com razão e emoção. Ele contribui significativamente para a aplicação prática de recentes investigações da Neurociência.” Luiza Elena Ribeiro do Valle

Manual de Dificuldades de Aprendizagem
Autor(a): JESUS-NICASIO GARCIA SANCHEZ
Editora: Artmed

Viver Plenamente: Convivendo com as Dificuldades de Aprendizagem
Autor(a): KENN JUPP
Editora: Papirus
Sinopse:
Embora o livro seja dirigido sobretudo a pais e professores que têm contato com crianças e adultos com dificuldades de aprendizagem, a filosofia da inclusão, na qual se baseia, pode ser aplicada à vida em sociedade em sentido amplo. Kenn Jupp defende que, na maioria das vezes, o verdadeiro fator incapacitante não são as dificuldades pessoais de aprendizagem, mas a percepção que os outros têm delas. Independentemente de quem somos, todos merecemos ter uma vida plena. Enfim, o livro nos traz uma magnífica lição de vida, válida para todos e fundamental para o desenvolvimento dos valores humanos.

Dificuldades na Aprendizagem da Leitura: Teoria e Prática
Autor(a): TEREZINHA NUNES LAIR BUARQUE PETER BRYANT
Editora: Cortez
Sinopse:
Ao mandar seus filhos para a escola, os pais tem uma expectativa clara: meu filho vai aprender a ler. No entanto, uma percentagem significativa de crianças não aprende a ler, contrariando o esperado. As razões para essa decepção pode ser as mais variadas. Uma delas é que a criança pode ter uma dificuldade específica de aprendizagem de leiura. Essa dificuldade específica tem o nome de dislexia. As causas da dislexia ainda são controvertidas, mas já existem algumas direções claras para o atendimento das crianças com dificuldade de aprendizagem. Terezinha Nunes, Lair Levi Buarque e Peter Bryant analisam nessa monografia as controvérsias que cercam o conceito e dislexia e algumas das medidas que podem ajudar a preparar criança para a aprendizagem da leitura. Dificuldades na aprendizagem da leitura analisa não apenas o desempenho das crianças com dificuldades acentuadas de aprendizagem, mas vários aspectos da tarefa de aprender a ler e escrever que podem constituir obstáculos para todo aprendiz."

Dificuldade de Aprendizagem na Alfabetização
Autor(a): M.DAS GRACAS CASTRO SENA, MARIA DE FATIMA CARDOSO GOMES
Editora: Autêntica
Sinopse:
Este livro destina-se a professores, pais, alunos e educadores em geral, pois discute o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita de alunos que estão em fase de aquisição dessas habilidades e as dificuldades advindas desse processo. Dificuldades escolares, familiares e pessoais que se articulam formando uma rede que leva os aprendizes ao sucesso e/ou ao fracasso na leitura e na escrita.

Introdução às Dificuldades de Aprendizagem
Autor(a): VITOR DA FONSECA
Editora: Artmed
Sinopse:
O livro analisa a dificuldade no aprendizado de crianças com inteligência comportamentos motores e sociais normais. Integrando conceitos pedagógicos, psicológicos e médicos, apresenta soluções para o aprendizado adequado.

Temas Multidisciplinares de Neuropsicologia e Aprendizagem
Autor(a): LUIZA ELENA LEITE RIBEIRO DO VALLE FERNANDO CESAR CAPOVILLA
Editora:
Este livro trata de assuntos indispensáveis, envolvendo desde a infância e adolescência até a idade adulta e o idoso. Ele começa com estudos que discutem a alfabetização infantil e apontam soluções necessárias para mudar a triste realidade da educação brasileira e suas conseqüências, enquanto, no capítulo seguinte, é reclamada a urgência de mudanças, conclamando um movimento de tolerância zero para uma situação real e tocante desse que é um dos problemas mais trágicos do Brasil, entre os piores do mundo! Esses textos solicitam uma ação, proposta nesse encontro de estudos: não mais uma constatação passiva, mas um desejo de intervir que mobiliza aqueles que estão conscientes do lamentável desfecho que os dados de pesquisas apontam para o futuro de nossas crianças. Assim, este livro tornou-se um mensageiro de esperanças; ele acompanha um manifesto assinado por estudiosos interessados e atuantes, que procuram por autoridades que se sensibilizem com a frieza dos dados científicos.
Fonte das sinopses: Site Submarino, Site Siciliano